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Central de Atendimento ao Advogado  
jul 282014
 

Mandamento

Estuda: O Direito se transforma constantemente. Se não seguires seus passos, serás cada dia um pouco menos advogado. 

* Mandamentos do advogado foram escritos por Eduardo J. Couture

Pensamento

Além de se atualizar no direito, aprenda que a cada dia para ser advogado, precisarás ser mais multidisciplinar. Tecnologia e gestão são essenciais para a vida do advogado.

Além disto, relacionamentos interpessoais e em grupos podem acompanhar o sucesso.

Conclusão

São 10 mandamentos, mas estudar é o primeiro. Para fazer a diferença, seja diferente. Estudar é o começo, mas o sucesso passa por mais 9 decisões e ações.

#Fiqueatento

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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jul 252014
 

Sabe aquelas pessoas cheias de mimimi, não é?

Pessoas que mais se preocupam com os outros do que com a solução, pessoas que querem resultado, mas não querem o trabalho que isto envolve.

Buscam o melhor para si e o resto é o resto.

Querem os louros da vitória, mas esquecem que o caminho é árduo para a sua chegada.

Noutra área, mas totalmente adequada a área jurídica, cito trecho do livro “Cozinha confidencial” do Anthony Bourdain:

mimimi

(vale destacar que CIA no texto é Culinary Institute of America)

(se a imagem não abrir, acesse: http://goo.gl/1n6oXe)

Como este tipo de pessoa mimimi estão minando empresas e escritórios.

Pessoas que em muitos casos tem histórias de vida menos complexas que a maioria, com excelentes escolas, professores, várias línguas e experiências no estrangeiro e com toda esta bagagem não aprenderam o mais elementar do conhecimento: O que sabemos é uma gota e o que ignoramos é um oceano.

Pensam que como já estudaram e viajaram os outros é que devem trabalhar, pois elas merecem o resultado de algo que nunca produziram ou souberam fazer. As vezes é pior, pensam que sabem fazer tudo e melhor que todos porque possuem boas ideias – ninguém nega que são boas, mas… – e ignoram a experiência advinda com a idade, maturidade e erros.

Ignoram que erros são necessários, e tratam o erro como algo impossível de ser aceito e altamente frustrante.

Pessoas como a imagem abaixo:

choro

 

Cheias de mimimi, cheias de vontade, cheias de afagos no ego e pouca lição de vida existencial.

E não venham dizer que isto é problema da geração X, Y, Z, J, K, L, M ou caramba… Isto é questão de educação, maturidade, personalidade, ego, alterego e por aí a fora.

Mesmo nascido em um determinado ano, dia, mês ou astro regente, temos o livre arbítrio de nossas escolhas, sofrimentos e aprendizados.

Devemos recordar que na escola não é o local de aprendizado sobre a vida, isto é educação dos pais, e delega-la a escola, colegas ou terceiros não irá levar o cidadão ao lugar mais adequado.

Dar tudo, desde presentes até mesmo em evitar de forma ultra/mega/plus/ao quadrado protetora igualmente não ajuda ninguém, pois somente através dos próprios erros, decisões equivocadas e sofrimento (lógico que não o físico) é que podemos evoluir.

Vamos parar de reclamar de tudo e buscar soluções.

Vamos viver com foco no que realmente importa – contexto – e não apenas em nossa importância – umbigo.

Vamos ser mais coletivos e de desenvolvimento pessoal e menos individuais com benefícios supostamente coletivos.

Vamos deixar o beicinho da infância na infância e evoluirmos para uma maturidade sadia, alegre e verdadeira em princípios e objetivos.

#Podeser?

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*Post baseado no texto e imagens deste site.

jul 242014
 

Uma interessante entrevista com o editor da revista Análise Advocacia aborda inúmeros pontos sobre os escritórios jurídicos que nos remetem ao pensamento do crescimento do escritório, investimento em pessoas, tecnologia e marketing jurídico, ou seja, como ser uma excelência para atender o seu cliente, que poderá ser o departamento jurídico de uma empresa.

Vamos analisar alguns pontos, demonstrando o pensamento do entrevistado com algumas ideias que penso a respeito.

ConJur — O que mais mudou no mercado da advocacia nos últimos dez anos?
Alexandre Secco — Naquela época a gente falava o que estava na moda era o escritório empresa — uma coisa que as pessoas repetiam, mas pouca gente sabia o que isso significava. Naquele momento, os escritórios começaram a achar bacana importar práticas de grandes empresas, mas que não funcionavam direito quando chegavam às bancas. Essa crise de identidade já está resolvida. Os escritórios hoje são administrados de uma forma mais adequada: são pessoais até o nível que devem ser e não querem mais copiar a Volkswagen.

ConJur — O que o escritório precisa para crescer hoje em dia?
Alexandre Secco — O fator decisivo, como sempre foi, é o atendimento. A forma como o cliente é atendido define mais do que tudo para onde se vai. Acompanhamos nesses dez anos uma série de estratégias, alternativas, sacadas… O que a gente observou como elemento essencial é o bom atendimento, uma prestação de serviço jurídico adequado. Não estou dizendo nem barata. Estou dizendo adequada, bem feita. Eu acho que esses escritórios foram aqueles que cresceram mais nestes últimos tempos e eu acredito que vão continuar sendo aqueles que vão progredir.

Gustavo Rocha - Concordo integralmente. Atendimento sempre foi e sempre será um diferencial competitivo forte, principalmente em um ambiente em que escritórios pensam que podem ganhar dinheiro pagando pouco, para pessoas sem formação ou conhecimento para resolverem situações complexas, como se quem paga não vê e quem recebe não faz.

Isto não funciona mais em empresas com departamento jurídico estratégico.

ConJur — Quais as novidades na gestão de escritórios que o senhor tem visto?
Alexandre Secco — A maior novidade já tem mais de dez anos. São softwares de gestão de processos. Há dez ou 15 anos, eram coisas tão raras que foram dois ou três escritórios que desenvolveram seus próprios programas. Não encontravam sequer programadores para fazer isso e eles venderam esse negócio. A partir desse momento isso começou realmente a se espalhar e virar padrão. Fora isso, temos pouca coisa. Não tivemos grandes avanços em área nenhuma. Um ou outro disse que vai investir em marketing, outro tem um departamento de RH mais desenvolvido. Me espanta até que esses avanços tenham ocorrido de forma tão moderada.

(…)

ConJur — Quanto é preciso investir em tecnologia?
Alexandre Secco — Vou fazer uma comparação com uma agência de propaganda. O que ela vende de mais valioso é a criatividade. Nenhum computador faz. No Direito é rigorosamente a mesma coisa. Para se fazer uma sustentação oral no Supremo, escrever uma tese, é preciso uma pessoa. Assim como o publicitário é insubstituível, o advogado é insubstituível. Mas assim como o publicitário conta com ferramentas para facilitar seu trabalho, o advogado pode contar também. O advogado pode contar com a ferramenta de pesquisa, com a ferramenta de análise do processo, ele pode ter base de dados de juízes para avaliar como é que um vota ou deixa de votar. A tecnologia pode gerenciar o escritório de uma forma mais adequada e eficiente. A aplicação da tecnologia dentro de um escritório de advocacia é ilimitada. Não é o equipamento que define a qualidade daquilo que você vai fazer. Mas isso vai ajudar a chegar a alguns objetivos com mais rapidez e eficiência.

ConJur — As empresas de tecnologia têm sido capazes de adiantar novidades ou elas estão à reboque das necessidades dos escritórios?
Alexandre Secco — Sempre surge uma coisa ou outra nova, para que você possa gerir melhor a sua vida. Mas não se encontra nada revolucionário. Afinal, para ser revolucionário nessa área, talvez o Direito também precise mudar, além dos processos, os tribunais e tudo mais. Não é o que acontece. Essas ferramentas têm dado um ganho em usabilidade, em rapidez, em fatores não propriamente essenciais.

ConJur — Mas elas estão propondo necessidades novas para os advogados?
Alexandre Secco — Eu acho que sim. Grande parte dos escritórios ainda está muito distante das possibilidades do uso da tecnologia. O que essas ferramentas estão apresentando hoje é um beabá. Elas não estão mostrando nada, a meu ver, muito revolucionário. Se você tivesse um mercado mais maduro, no que diz respeito ao uso de tecnologia, talvez você estimulasse essas empresas a avançar. As empresas ainda têm um mercado mais básico para atender.

Gustavo Rocha – A tecnologia sem gestão é manca, cega. Precisamos exercitar a gestão para forçar e conquistar uma tecnologia mais voltada a satisfação dos clientes de escritórios jurídicos.

De outro lado, a cada ano, softwares tem lançado novidades aplicadas a área jurídica que, mesmo existindo em outras áreas, no jurídico era inexistente, o que demonstra um crescimento claro da tecnologia.

Concordo em relação ao mercado, posto que escritórios ainda estão tão no início, que os softwares já ofertam tecnologias considerada por eles complexa, embora sejam reais e aplicáveis nas empresas.

ConJur — O que dá para modernizar na questão de marketing jurídico? Existe uma margem que ainda dá para ser explorada ou está todo mundo trabalhando no limite?
Alexandre Secco — Tem muita margem. O marketing nesse tipo de empresa ainda é muito atrasado. Escritórios podem ter muito a ganhar construindo e gerenciando sua marca. Quando se fala sobre isso os escritórios acham que o problema se resolve chamando o designer e fazendo um logo. O problema é muito mais além. Quando se fala em branding, você pensa na marca do escritório de uma forma muito mais ampla. A forma como você atende o seu telefone é marketing. Ter alguém preparado para atender alguém e lidar com essa demanda é tão marketing quanto por uma anúncio em algum lugar. Eu falei agora do caso dos estagiários. Eu nunca vi alguém em escritório pegar essa demanda por estagiário e transformar isso em uma ação de marketing. Tem o produto que é um escritório de ponta; tem o interessado por este produto que é um estagiário bem formado. Contar para todo mundo que esse estagiário quer trabalhar nessa empresa pode gerar uma ação de marketing extraordinária. Isso sem fazer nada pelo que a Ordem dos Advogados do Brasil vá pegar no seu pé. O que eu acho é que os escritórios estão muito acomodados na ideia de que “a OAB não deixa”. A OAB não deixa cinco coisas. Existem 58 mil que você pode fazer. Eu tenho a impressão que é isso.

Gustavo Rocha – Concordo integralmente. Como membro da Comissão de Fiscalização e Ética Profissional da OABRS recebemos diariamente inúmeras denúncias de advogados fazendo o que não deve ser feito, que é publicidade. E não percebem que este tipo de atitude não apenas atrai clientes que não querem pagar ou pagar muito pouco, como atrapalham a valorização do advogado, que anda tão desgastada.

Marketing jurídico sério e bem aplicado se traduz em resultados práticos e objetivos. Publicidade não faz nada de bem a marca jurídica.

Para ler a entrevista na íntegra, acesse aqui.

Empresas e clientes contratam escritórios focados em gestão, que aplicam tecnologia de forma inteligente e sabem propor sua marca jurídica de forma adequada e inteligente.

O resto é propaganda e ilusão jurídica.

E de aventuras jurídicas já bastam as decisões do judiciário em alguns casos, não é mesmo?

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jul 232014
 

Uma etapa difícil da carreira: Formado em direito, passado na OAB, e agora?

Passa zilhões de coisas pela cabeça, dificuldades financeiras e de todas as ordens, e ainda a dúvida: Como agir, como proceder.

Em Agosto, na semana do Advogado, traremos um manual enxuto sobre vários temas voltados para advogados em início de carreira.

Hoje, faremos a reflexão do livro do fundador do Twitter, e mais algumas reflexões minhas:

O americano Christopher Stone, o Biz, de 40 anos, tem uma daquelas trajetórias ótimas para contar numa palestra de motivação.

Ele não concluiu nenhuma das duas faculdades que começou. Seu primeiro negócio, uma plataforma de blogs criada com um grupo de amigos em Nova York, não decolou. No começo dos anos 2000, ele teve de deixar a cidade e voltar para a casa da mãe, em Massachusetts. Levava consigo a namorada, Livia, e uma dívida de milhares de dólares no cartão de crédito.

Tudo parecia ir muito mal até que, em 2003, quando leu a notícia de que o Google havia comprado a plataforma de blogs Blogger, Stone resolveu mandar um e-mail para seu fundador, o empreendedor Evan Williams­. “Sempre quis fazer parte de seu time”, escreveu Stone. “Se estiver precisando de gente, avise-me.”

Williams respondeu com uma oferta. “Você está disposto a morar na Califórnia?”, perguntou. (Até então Stone não sabia, mas Williams acompanhava seu blog sobre tecnologia e internet e precisava de alguém com seu perfil para trabalhar no Blogger.) Stone aceitou, e os dois trabalharam por dois anos na empresa.

Em 2006, a dupla se juntou a outros dois em­preendedores, Noah Glass e Jack Dorsey, para fundar o Twitter. A empresa abriu o capital em 2011 e, no ano passado, dobrou seu faturamento em relação a 2012 — embora ainda não tenha dado lucro. ­Stone saiu da operação em 2011 e hoje só presta serviço de assessoria ao ­Twitter.

Essas e outras histórias ele conta na autobiografia Things­ a Little Bird Told Me (“Coisas que um passarinho me contou”, numa tradução livre). O livro traz as lições aprendidas por Stone em sua trajetória pelo Vale do Silício — e que podem servir para qualquer empreendedor à frente de um negócio emergente. Eis algumas delas.

Não tema o fracasso

No fim dos anos 90, quando desenvolveu com um grupo de amigos uma plataforma de publicação de blogs chamada Xanga, Stone tinha como objetivo de vida a intenção de criar uma grande empresa de internet — e só. “Era uma ideia pouco refinada”, diz ele.

Em 2002, Stone abandonou a Xanga quando seus problemas financeiros se agravaram. Mesmo considerando sua primeira experiência como empreendedor um fracasso, ele fez questão de contá-la na entrevista de emprego do Google. “Aprendi com esse episódio que quem quer criar algo grande precisa estar pronto para um fracasso maior ainda”, afirma Stone.

A experiência, segundo ele, foi importante para conquistar a vaga que o levou a trabalhar com seu futuro sócio, Evan Williams. “A cultura de tolerância ao erro do Vale do Silício não é só retórica”, diz Stone. “Um fracasso só é o fim da linha para quem não é capaz de transformá-lo em aprendizado.”

Instigue a criatividade das pessoas

Logo que surgiu, em 2006, o Twitter começou a se tornar conhecido mais por seu jeito de funcionar do que por sua utilidade prática. Criar mensagens em apenas 140 caracteres? Alguns achavam muito pouco. Stone, ao contrário, acreditava que o limite seria capaz de despertar a criatividade dos usuários.

“A limitação faz as pessoas pensar em alternativas para resolver seus problemas”, diz Stone. No livro, ele cita um encontro que teve com o físico austríaco Hermann Hauser, empreendedor que fez fortuna com empresas de base tecnológica na Inglaterra. Hauser lhe contou que, certa vez, pediu a seus funcionários que fizessem um bom chip para armazenar dados de computador.

“Sabe o que dei a eles?”, perguntou Hauser a Stone. “Nada de dinheiro, nada de tempo e nenhum outro recurso.” O resultado foi um chip pouco potente para um computador — mas cuja capacidade era perfeita para um celular. Assim nasceu a tecnologia ARM, que está por trás do funcionamento do chip de boa parte dos smartphones de hoje.

Seja sempre transparente

Em junho de 2007, alguns dias antes do evento da Apple que lançaria a primeira versão do iPhone, o Twitter apresentava problemas. O aumento no tráfego diário de mensagens deixou o serviço intermitente. Stone escrevia posts diários em seu blog para explicar o que estava sendo feito para resolver a situação.

“Problemas técnicos aborrecem todo mundo”, afirma ele. “O mínimo que eu podia fazer era manter os usuários a par de tudo o que acontecia.” Às vésperas do evento da Apple, Stone escreveu que os programadores trabalhariam madrugada adentro para evitar uma queda no sistema. De repente, começaram a chegar caixas de pizza na sede da empresa.

A comida fora enviada por usuários do Twitter compadecidos do esforço dos funcionários. “Ser honesto e transparente ajudou a criar uma relação de confiança com os usuários”, diz Stone.

Aprenda com as ideias dos outros

Algumas das invenções mais populares do Twitter não foram planejadas pelos programadores e analistas de sistema da empresa, mas criadas com a colaboração dos usuários. Dois exemplos são o retweet, em que um usuário pode repetir a mensagem de outro, e a hashtag — mecanismo pelo qual uma palavra antecedida pelo sinal # se torna um atalho para busca na internet.

Isso só foi possível porque, segundo Stone, desde o começo os fundadores se preocuparam em acompanhar o comportamento dos usuários antes de criar mudanças que pudessem alterar a forma como eles navegavam.

“Nunca encaramos o Twitter como um serviço acabado e impecável”, afirma Stone. “A habilidade de ouvir, observar e tirar lições dadas por quem utiliza o ­Twitter sempre foi fundamental para assegurar a originalidade do serviço.”

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0074/noticias/o-que-funcionou-para-mim

 

Uma história que ainda está em formação, mas já obteve algum sucesso. Sucesso eterno como querem alguns? Isto não existe. Aliás, quem quer fazer sempre a mesma coisa e ganhar sempre a mesma coisa, tem que seguir outra carreira que não é a da advocacia.

Quem quer advogar tem que pensar em inovação, acompanhar mercado, estabelecer conexões com outras pessoas o tempo todo, tem que estar disposto a trabalhar mais do que as 8h por dia.

Ufa! Não é fácil ser advogado. Claro que não. Assim como não é fácil se dedicar a uma carreira e alcançar o sucesso. E mais ainda, não é fácil obter o sucesso e manter-se no sucesso.

Quem está iniciando tem todos estes desafios que veteranos também tem e mais o de se sustentar e batalhar pelo seu espaço.

Está lançado o desafio!

Procure conhecer bem no que você é bom, quais suas aptidões e seus contatos no mercado.

Estabeleça com razão suas decisões e inicie hoje mesmo o seu planejamento.

Somente com um passo depois do outro haverá o sucesso e não existe fórmula mágica pra ninguém. Somente com trabalho, suor, lágrimas, perseverança e uma dose de amor podemos chegar lá.

#Sucesso

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jul 222014
 

Muitos virão em uníssono afirmar: Sim, são e tudo um bando de…. Pois é, o pior desta mídia negativa, sensacionalista e inverídica é que muitos destes que falam mal dos advogados, são advogados.

Advogados que pensam que ao falar mal da classe estão ajudando a dizer verdades para a classe. Que xingam OAB e outros advogados bem sucedidos porque eles representam uma elite e por aí a fora.

Vamos ver uma parábola para exemplificar:

Consta que, certa noite, há muitos anos um homem entrou com a namorada no
restaurante Lucas Carton, em Paris e pediu uma garrafa de “Mouton
Rothschild”, safra 1928.

O sommelier, em vez de trazer a garrafa para mostrar ao cliente, traz
o decanter de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serve
um pouco no cálice para o cliente provar.

O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir o aroma,
fecha os olhos e cheira o vinho.

Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa
o copo na mesa, comentando rispidamente:

- Isto aqui não é um Mouton de 1928!

O sommelier assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é.
Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas
rodeiam a mesa, incluindo o chef de couisine e o gerente do hotel, que
tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um
Mouton de 1928.
De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza,
que aquele vinho não é um Mouton de 1928.

- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente modestamente, e
fui eu que fiz esse vinho.

Consternação geral.

O sommelier então, de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse,
pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que
serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de
1928, mas explica seus motivos:

- Desculpe, mas não consegui suportar a idéia de servir a nossa última
garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante.
Afinal, o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon,
que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é
feita na mesma época, a poda é a mesma e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente
idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se
afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima
diferença geográfica.

Rothschild, então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o
sommelier pelo braço e murmura-lhe ao ouvido:

- Quando voltar para casa esta noite peça à sua namorada para se
despir completamente. Escolha dois orifícios do corpo dela muito
próximos um do outro e faça um teste de olfato. Você perceberá a sutil
diferença que pode haver numa pequeníssima distância geográfica.

A reflexão dos advogados é similar: Nem todos são iguais, mesmo na mesma região geográfica.

Muitos estudam, uma grande parte busca estratégia e tecnologia para auxiliar, alguns planejam, outros planejam e executam e por aí vai, mas todos tem sua individualidade, primazia e visão di direito.

Aliás, visão que nem sempre existe um certo e um errado, mas podem existir mais de uma forma de ver as coisas e ambas estarem corretas ou pelo menos aplicáveis ao mundo concreto.

Nem todo advogado é corrupto, ladrão ou sem-vergonha.

Nem todo advogado é bom, sabe tudo e exerce o direito com plenitude.

E nem por isto, todos são iguais.

O ser humano não é igual, seja na digital, seja na íris. O advogado tem digital e olhos diferentes também.

Quer um advogado?

Procure conhecer seu trabalho (digital) e olhe nos olhos (íris) para ver o que ele diz e como ele vê a sua situação.

Não se sentiu confortável com o advogado? Procure outro. Quem escolhe o profissional é o cliente.

Você é um advogado?

Haja como tal. Respeite o cliente, procure as melhores soluções e aprenda que nem todos são iguais e é justamente na diferença que reside o marketing jurídico (dentro do código de ética) e o sucesso profissional.

Quer se destacar?

Seja diferente.

Senão, poderá ser confundido com qualquer safra de vinho por aí.

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jul 212014
 

Recentemente saiu a justiça em números de 2013. Números que em qualquer análise demonstram que precisamos avançar muito para que a resposta do título deste artigo seja negativa.

Os números mostram em resumo:

92,2 milhões de processos ativos em 2013

82,9 milhões estão em primeiro grau (90% dos processos ativos)

Produção de 23,1 milhões ano.

Temos congestionado 72%  dos processos em primeiro grau e 26% em segundo grau (tribunais estaduais)

Fonte: http://www.youblisher.com/p/901294-GRUPO-DE-TRABALHO-OAB-RS-REFORMA-DO-PODER-JUDICIARIO-COLEGIO-DE-PRESIDENTES-2014-01/

Diante de uma realidade de pouco resultado frente a demanda (e não se diga que a culpa é da demanda, já que o principal demandante é o próprio Estado – vide: http://gustavorochacom.com.br/2013/02/25/acesso-a-justica-como-assim/) o processo eletrônico surge como o grande salvador da pátria que vai resolver os problemas do judiciário Brasileiro.

E pior, um processo eletrônico que vem associado a súmulas vinculantes.

O processo eletrônico na forma que temos hoje é um resultado de cópia do processo físico transferido para o meio eletrônico, o que ocasiona de forma absurda a situações que não temos como resolver e estão tirando o sono dos advogados e do próprio judiciário.

Além disto, não será apenas o processo eletrônico e súmulas vinculantes que engessam o judiciário de cima pra baixo (altamente questionável o como isto será benéfico para quem precisa de justiça) que poderão salvar o judiciário.

Investimentos maciços em pessoas, treinamento, tecnologia e uma abertura de mentalidade para que o meio eletrônico sejam pensados novamente, em conjunto com a OAB e com demais integrantes da justiça será mister para que possamos sair desta situação.

Sim, nós. Não podemos dizer que a culpa é do judiciário e ponto final. Precisamos encontrar um meio de auxiliar o judiciário a encontrar a solução, pois a advocacia é partícipe da justiça, nos moldes do artigo 133 da Constituição Federal.

Se queremos mudar a forma das leis, queremos mudar a situação de um judiciário quebrado em números, devemos fortificar a advocacia, fortificar as leis fazendo do processo eletrônico uma solução e não um paliativo, como hoje vivenciamos.

Legislação depende dos deputados federais, estaduais, vereadores e senadores.

Investimentos no judiciário depende dos deputados federais, estaduais, vereadores e senadores.

Mudanças efetivas dependem de vários outros fatores que passam também por deputados federais, estaduais, vereadores e senadores.

Então, tudo que queremos para um judiciário melhor, uma advocacia focada em justiça e um processo eletrônico mais do que apenas uma cópia mal feita do CPC, passa pelas eleições.

E daí eleitor, como vai ser?

Votar em qualquer um, em qualquer santinho do chão antes de chegar na urna ou buscar representantes da sua comunidade para ter alguém que possa e deva ser cobrado nos próximos 4 anos?

Ou aprendemos a ser uma democracia ou seremos sempre resultado da porquice de escolha que fizemos a cada 4 anos (com perdão ao porco que não tem culpa do adjetivo).

O judiciário está doente, além de inúmeras outras questões no Brasil que estão doentes ou moribundas também. Agora a mudança depende de mim, de ti, de nós. A mudança começa no voto, mas não acaba com ele. Além do voto, devemos exercer nossa cidadania cobrando quem foi eleito para agir conforme prometeu.

Ou aprendemos ou sofremos as consequencias.

#Aescolhaénossa

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jul 182014
 

35 hábitos produtivos, divididos em categorias para facilitar:

Mente

1. Regra do 80/20: preste atenção à regra do 80/20, ou seja, quais são os 20% de trabalho que renderão 80% de resultados?

2. Foque nas coisas importantes, e suprima as urgências

3. Decida qual será o resultado antes mesmo de começar

4. Faça um caderno para anotar ideias geniais que você tem e com as quais não pode trabalhar no momento

5. Elimine questões triviais para evitar o desperdício de seu tempo, como na escolha das roupas que vai usar

6. Aprenda a ignorar. Não é preciso ter uma resposta para tudo

7. Não perca tempo: faça um mau rascunho. Afinal, você não vai poder editar uma página em branco

8. Trate seu tempo como se ele fosse dinheiro

Alimentação

9. Crie uma rotina alimentar

10. Coma alimentos saudáveis

11. Receba a comida por delivery para economizar tempo

12. Faça um acordo com a cafeteria que frequenta diariamente

Agenda

13. Faça as coisas mais fáceis primeiro

14. Priorize apenas uma coisa por dia

15. Defina uma rotina diária para se organizar melhor

16. Evite fazer reuniões quando elas não forem sobre algum assunto realmente decisivo

17. Melhor feito do que perfeito

Corpo

18. Controle a ansiedade. Uma boa forma de fazer isso é praticando alguma atividade física, como corrida, dança ou natação

19. Não se prenda a poucas horas de sono. Dormir mais pode fazer com que você produza mais no dia seguinte

20. Tire pequenos cochilos quando sua energia estiver muito baixa

 

Truques

21. Visualize o produto final

22. Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Evite a questão ovo-galinha e comece a tarefa antes mesmo de se sentir preparado

23. Assuma que você está com a razão quando estiver em dúvida. Decisivo é produtivo

24. Quando estiver com a mente muito bloqueada, crie um mapa mental com suas ideias

25. Se você não pode escrever algo, grave-o

26. Quando ler algo que lhe foi útil, escreva para o autor

 

Roupas

27. Defina uma espécie de uniforme para ir trabalhar, e use-o diariamente

28. Use tecidos inteligentes, para não perder tempo passando camisas

29. Carregue uma roupa que possa ser usada em várias ocasiões

30. Doe ou descarte as roupas que você já deixou de usar

 

Tecnologia

31. Limite as respostas de e-mail para apenas uma mensagem por minuto

32. Se você não consegue entender sobre o que um e-mail se trata, não responda

33. Desligue-se das notícias. Poucas coisas importantes acontecerão durante o dia

34. Não atenda a chamadas a não ser em casos de emergência (e emergências são raras)

35. Use atalhos de teclado para economizar tempo ao usar o PC

Originalmente publicado: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/35-habitos-para-se-tornar-uma-pessoa-mais-produtiva

 

Quais você já usa?

Quais vai colocar em prática hoje?

Ou pelo menos, quando a mudança irá iniciar?

Nada será diferente se você não for diferente.

#Ficaadica

 

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jul 172014
 

Estamos alinhados a estratégia da empresa que trabalhamos?

Conforme pesquisa realizada em Março de 2014 com mais de 500 empresas nos EUA, não estamos.

Contudo, antes de enfrentar esta realidade, vamos pensar: O que é estratégia no meu negócio?

Alguns advogados dirão que são os prazos.

Outros dirão que são os clientes.

Outros ainda dirão que é o marketing jurídico para captar novos clientes.

Estratégia em um escritório de advocacia vai além dos processos judiciais, além das ferramentas de captar novos clientes e o próprio marketing jurídico…

 

A estratégia é do negócio e não de parte dele.

Obviamente que o marketing faz parte da estratégia e que clientes são importantes e que processos judiciais fazem parte do negócio. Entretanto, não são preponderantes e decisórios quando analisados separadamente para o sucesso do negócio jurídico.

O negócio depende das pessoas, suas formas de pensar e agir, do marketing como um todo, das ferramentas de tecnologia, da gestão interna e externa, da comunicação com clientes, dos relacionamentos e contatos dos sócios, advogados e demais integrantes, enfim, ufa! De uma série de fatores e necessidades.

E, quando temos gestão em nossas fronteiras, temos o chamado planejamento estratégico, ou seja, organizarmos objetivos e métricas para o próximo semestre, ano, biênio, etc.

A referida pesquisa com mais de 500 empresas determinou que os próprios executivos estão compreendendo que há um desalinho entre o que foi planejado e o que está sendo executado.

Um dos principais motivos é a falta de compreensão da estratégia e por isto, não a executam. Veja o artigo na íntegra: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/metade-das-empresas-nao-focam-em-tirar-estrategias-do-papel

Isto não é privilégio dos EUA.

No Brasil, acontece e muito a mesma realidade.

Cada área da empresa puxando brasa para o seu assado e todas trabalhando de forma independente, sem pensar no coletivo. É como se houvesse 10 departamentos, 10 empresas diferentes, com propósitos diferentes, sem comunicação entre si e por incrível que pareça, todas dentro da mesma marca e com planejamento estratégico comum.

Parece real para você?

Penso que sim. Uma realidade comum e visível de empresas no Brasil e fora dele.

E o que fazer para mudar?

Unificar controles e procedimentos, exercer maior coalizão entre as áreas das empresas, estabelecer comunicação entre gestores e metas coletivas pode ser um bom início.

E o que mais?

Realidades de cada empresa dirão. Contudo uma máxima é universal: Quem não se comunica, se trumbica.

#Nãoémesmo?

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jul 162014
 

O dia mundial do rock foi 13 de Julho.  Uma data para relembrarmos o melhor deste gênero musical que há anos encanta milhares de seguidores.

E o que o rock representa?

Conforme o título, rock é… Atitude.

Atitude é a palavra que nos remete quando pensamos em rock. Enquanto outros gêneros nos levam a pensar em piano, outros em maridos traídos e outros em desconexão mental, o rock sempre nos remete a pessoas com atitude.

Obviamente, podem ser atitudes reprováveis, mas atitudes, vamos deixar claro.

E atitude é o que mais precisamos no ambiente empresarial.

Vivenciamos um abismo de atitudes. Temos pessoas preocupadas em ter títulos, mas agir e fazer que é bom, nada.

Pessoas preocupadas em dizer sou doutor, mestre, especialista, mas dar soluções, ideias, ser criativo e principalmente botar a mão na massa, poucos fazem.

A maioria culpa a idade para isto, são gerações X, Y, Z, J, K, L, M, P… não importa a letra, importa a sua atitude.

Quem não ouviu Hotel California do Eagles e seu solo de guitarra? Foi lançado em 1976 e continua tocando e encantando até hoje.

Beatles? Muito conhecidos até hoje.

E porque alguém que nasceu em 70 tem o estereótipo disto ou daquilo? Que culpa tem quem nasceu nos anos 90?

Sabemos que a história influencia e os valores são importantes, contudo, cada um é único em suas escolhas e decisões.

E mais, em suas atitudes.

Conheço pessoas que nasceram nos anos 60, 70 e 80 que não são tão competentes quanto algumas que nasceram nos anos 90 e nem por isto todas estas gerações não deixaram de produzir algo útil e rico até hoje.

A atitude nos diferencia, nos incomoda, nos modifica.

E a sua atitude no dia a dia é que pode ser um diferencial real no ambiente corporativo. Títulos são sinônimo de conhecimento, contudo, conhecimento sem atitude é nulo.

Quer mais na sua vida?

Tenha atitudes. Isto faz toda diferença.

E um bom rock ao fundo pode tornar a vida mais interessante ainda…

#Ficaadica

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jul 142014
 

14 de Julho de 1789, data da queda da Bastilha. Naquele ano uma prisão foi derrubada por ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.

Hoje, séculos depois, convido você a fazer uma mudança e lutar por estes 3 ideais.

Qual a mudança?

A queda da sua bastilha.

Todos temos situações, convenções, pré-conceitos que nos tornam menos preparados para o mercado. Esta é a nossa bastilha, a nossa prisão.

Vivemos como se tudo sempre for ser o mesmo, como se nada fosse mudar, como se sucesso fosse eterno e quando a vida nos apresenta a sua outra face, não sabemos sair da prisão, afinal, como funciona nas prisões de verdade no Brasil, o preso só sabe ficar preso. Trabalhar que é bom para se preparar para o mercado de trabalho ou pelo menos não pensar em outros crimes não pode ou somente quando quer.

Fica fácil daí compreender como é difícil sair da prisão e querer se restabelecer no mercado. Assim acontece com a nossa estratégia: Queremos que sempre dê certo a mesma – já que já funcionou tantas vezes antes – mas esquecemos que as regras do jogo mudam e precisamos nos adaptar as novas regras.

Daí surge os ideais, que devem ser maiores que apenas os ideais da empresa em si, devem ser ideais de conduta, de vida.

De forma resumida:

Fraternidade

Devemos ter uma conduta humana com colegas, fornecedores, colaboradores e clientes.

Igualdade

Tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, isto já resolve muita coisa.

Liberdade

Somente a conquistamos quando temos consciência da fraternidade e igualdade e ainda temos aliado conhecimento e discernimento.

Pois é…

Abra sua mente, seja cordial, busque justiça e tente ser livre… Ufa! Muitos tentam isto desde 1789 e não conseguem.

E você, como está na tentativa?

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jul 102014
 

Sonho de todos os funcionários, pode perguntar: Sem chefes, sem metas, sem orçamento.

Loucura?

Parece, mas a empresa Vagas (setor de TI) aplica na prática o conceito de estrutura horizontal, onde não há chefes, nem metas, nem orçamento.

Absoluta maioria vai ler e pensar: Que bagunça? Como pode funcionar? Isto é insano em termos de gestão!?

Numa primeira análise parece mesmo. Estar diante de uma realidade tão distante do mercado atual, parece absurdo.

Contudo, os números mostram mais. Trata-se de uma empresa estruturada, com crescimento de 25% ao ano.

Quer mais?

Planejamento estratégico, decisões tomadas por toda equipe, orçamento e gestão por toda equipe, ufa… Um modelo diferente, interessante, inovador.

Vejamos alguns pontos curiosos da forma de organização desta empresa:

 

(…)

Na Vagas, os funcionários não têm cargos definidos, mas funções. Também não existe relação de mando e todas as decisões, desde as contratações até o valor dos salários e o plano estratégico da empresa, são tomadas em consenso entre a equipe.

“Mas não é uma democracia, não é por voto. Todos têm que concordar ou, no máximo, consentir. Isso significa que alguém, mesmo achando que tem uma solução melhor, pode acreditar que outra ideia tem potencial e se engajar nela”, explica Mário Kaphan, fundador da companhia.

Ele diz que, para que o modelo funcione, os empregados precisam constantemente se desapegar de suas propostas. “As pessoas estão lá para serem convencidas e não para vencer a discussão”.

(…)

Há cinco anos, a empresa que foi fundada há 15, é organizada sob o ponto de vista do consenso. Atualmente, os 160 empregados são distribuídos entre 26 equipes funcionais (como recursos humanos, finanças e pesquisa e desenvolvimento) e oito comitês.

Os comitês são temporários e criados em acordo entre toda a empresa sempre que há a necessidade de que as equipes atuem de forma multifuncional (como no planejamento de segurança da informação, por exemplo).

O número de comitês que existirá em cada ano é definido em conjunto durante o planejamento estratégico que, por sua vez, também é estruturado de forma colaborativa.

Tudo começa com uma discussão entre a companhia inteira, numa reunião que acontece em novembro.  Na ocasião, cada um pode opinar sobre quais objetivos quer que a companhia siga no ano seguinte.

O debate continua na intranet até que, em janeiro, por meio de uma enquete, 16 pessoas com visão estratégica são escolhidas em uma enquete para escolher quais serão os direcionadore para aquele ano. É o grupo que assume o comitê de gestão para o período.

Em 2014, foram definidos oito direcionadores e por isso há oito comitês. Para decidir quais empregados assumem esses comitês, é realizada uma grande reunião à qual todos podem se candidatar. Este ano, houve cerca de 15 candidatos para um deles, que deve ter 6 cadeiras fixas. Entre si, por meio de consenso, os próprios interessados decidiram quem ocuparia as Vagas.

(…)

Conheça na íntegra: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/sem-chefes-e-metas-vagas-e-premiada-por-gurus-de-gestao

 

Na minha opinião, um desafio enorme nos dias atuais.

Em um momento onde percebemos profissionais voltados a querer chefia, a querer resultados para si e não para o coletivo, encontrar pessoas adequadas e este perfil horizontal não será simples.

Tem que ser pessoas com maturidade emocional (quesito difícil no mercado), com segurança de conhecimento e pensamento coletivo o tempo todo e sua ambição deve ser a mesma da empresa e  não a sua pessoal (já que não existe hierarquia).

Ao invés de pensar em horas extras para ganho no final do mês ou pausas de 30 minutos para cafezinho, o colaborador deverá pensar: Se estou fazendo horas extras, podemos precisar de mais um colaborador e não de onerar a empresa com horas demasiadas em uma pessoa, sobrecarregando-a, bem como que uma pausa de 30 minutos para café pode prejudicar outras pessoas, o que numa visão horizontal é um prejuízo a todos.

Um desafio gigantesco, contudo, possível, como a reportagem nos apresenta.

A sua empresa teria algo similar a ser feito?

E dentro do seu departamento jurídico, esta realidade poderia ser aplicada?

Não???

E quem sabe aos poucos, iniciando, por exemplo, com a descentralização das decisões, depois passamos para um consenso coletivo de orçamento e despesas, quem sabe por decisões de funções e debate das mesmas para aprimoramento, enfim, não precisamos de tudo horizontal num primeiro momento, todavia, ter relações horizontais não faz mal a ninguém. E, sobretudo, aprimorar a inteligência emocional dos colaboradores para compreender que quando a empresa ou departamento jurídico é estratégico e ganha mercado, todos podem ser beneficiados por isto.

#Ficaadica

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jul 092014
 

Quando começamos a pensar no que é essencial, pensamos em família, amor, Deus, etc.

E o que é essencial no seu trabalho, no seu negócio?

Muitos definem como essencial ter sucesso, dinheiro, resultado.

E a essência mesmo? Aquilo que nos define por definição/verdade?

Você que já viveu algum tempo, redefiniu suas prioridades, não é mesmo?

Antes o X era importante, agora o Y importa.

Antes, certos valores eram essenciais na sua vida, hoje outros valores são importantes.

No trabalho isto é determinante para criar conceitos e criar valores.

Um texto de Rubem Alves para auxiliar neste pensamento:

 

O TEMPO E AS JABUTICABAS

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. 

Tenho mais passado do que futuro…
Sinto-me como aquele menino
que ganhou uma bacia de jabuticabas…

As primeiras, ele chupou displicente…
mas percebendo que faltam poucas,
rói o caroço…

Já não tenho tempo
para lidar com mediocridades…

Não quero estar em reuniões
onde desfilam egos inflados.

Inquieto-me com invejosos
tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo
para conversas intermináveis…

Já não tenho tempo para administrar
melindres de pessoas que,
apesar da idade cronológica,
são imaturas…

Detesto fazer acareação de desafetos
que brigaram pelo majestoso
cargo de secretário geral do coral…

As pessoas não debatem conteúdos…
apenas os rótulos…

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos…
quero a essência…
minha alma tem pressa…

Sem muitas jabuticabas na bacia,
quero viver ao lado de gente humana, muito humana;
que sabe rir de seus tropeços…
não se encanta com triunfos…
não se considera eleita antes da hora…
não foge de sua mortalidade..

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade…

O essencial faz a vida valer a pena…
e para mim
basta o essencial…

 

E na sua empresa?

Quais são os valores essenciais?

Quais as verdades que importam na hora de contratar, demitir, manter alguém no emprego?

Quais as verdades e valores que existem na hora de promover alguém?

Quais as verdades que definem o porque da sua empresa no mercado?

Não podemos esquecer que a empresa é feita de pessoas e não apenas da marca que ela possui.

São as pessoas que fazem a empresa. São os valores da empresa que determinam ou não o seu sucesso profissional.

Então, repito:

O que é essencial para você? E para o seu negócio?

#Ficaareflexão

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jul 072014
 

Advocacia é mais do que apenas peticionar, sabia?

Advocacia é mais do que processos judiciais, sabia?

Advocacia é muito mais do captar clientes, sabia?

Advocacia pode ser preventiva, sabia?

Advocacia pode ser de negócios, sabia?

Sabe de nada, inocente!

Vive brigando com outros advogados e querendo “sucesso” judicial, sem se preocupar com o resultado efetivo pro cliente.

Acha que porque tem cinco mil processos é um baita advogado, quando na verdade esquece que o processo judicial é um passivo de trabalho sem resultado financeiro por uma média de 3 a 5 anos na melhor das hipóteses!

Pensa que tem xx anos de advocacia não precisa se atualizar, sabe tudo…

Sabe de nada, inocente! 

 

Advocacia é tecnologia inclusive, sabia?

Advocacia é uma profissão de meio, sem vinculo com resultado, sabia?

Advocacia não é processo eletrônico. Processo eletrônico é meio de se comunicar com judiciário, sabia?

Sabe de nada, inocente! 

Diz que tem sucesso e sequer sabe monitorar o que tem!

Pensa que pode xingar e brigar com colaboradores porque manda quem pode, obedece quem tem juízo…

Pensa que não precisa saber nada de processo eletrônico porque pode contratar alguém que saiba…

Sabe de nada, inocente! 

Advogar é tudo isto e muito mais, advogar é uma profissão de meio, com objetivos claros de justiça e defesa dos interesses do seu cliente…

Enfim, a vida como ela é…

Sabe de nada, inocente! 

E se quer saber de algo, vá a luta!

Pare de ter pré-conceitos sobre as coisas e começe a medi-las, monitora-las, use a tecnologia a seu favor e saboreie o verdadeiro sucesso que passa pela gestão, tecnologia e marketing jurídico.

#SabeNadaInocente

#Gestão  #Tecnologia  #MarketingJuridico

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jul 042014
 

“Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que 89% dos advogados usam e-mail para enviar informações confidenciais a seus clientes. Mas apenas 22% deles – isto é, 2 em cada 10 advogados – usam criptografia para impedir que essas comunicações “privilegiadas” sejam bisbilhotadas por intrusos”, conforme notícia do portal Consultor Jurídico.

Vamos estabelecer o básico: Email todos sabemos o que é, não é mesmo?

Agora, criptografia, o que vem a ser?

Segundo a Wikipédia:

Criptografia (Do Grego kryptós, “escondido”, e gráphein, “escrita”) é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da “chave secreta”), o que a torna difícil de ser lida por alguém não autorizado.

Uma informação não-cifrada que é enviada de uma pessoa (ou organização) para outra é chamada de “texto claro” (plaintext). Cifragem é o processo de conversão de um texto claro para um código cifrado e decifragem é o processo contrário, de recuperar o texto original a partir de um texto cifrado.

E confidencial?

 

Para muitos advogados, tudo é confidencial. Contudo, o paradoxo do tudo (que sem definição equivale a nada) demonstra que não há categoria para o que pode ser publicizado ou não.

Basta pensar no processo judicial. Não sendo segredo de justiça, ele é público, qualquer um pode ter acesso.

Contudo, existem muitas informações que não podem ser colocadas num email ou sistema sem que haja efetiva segurança.

Mais um trecho da reportagem revela:

 

De acordo com a pesquisa da LexisNexis Legal & Professional, a única medida de precaução tomada por 77% dos advogados, em suas comunicações privilegiadas, é acrescentar no fim do e-mail uma “declaração de confidencialidade” – uma espécie de lembrete a invasores de que não têm o direito de ler o conteúdo do e-mail e documentos anexados.

Esses advogados estão tratando as informações confidenciais do cliente com o mesmo cuidado que um adolescente posta uma mensagem no Facebook, diz osite NetworkWorld. Em termos de segurança, isso é virtualmente o mesmo que nada.

“Imagina se eu deixo um documento em minha mesa, com o título “Meus segredos mais profundos e sombrios”, com uma nota que diz: Por favor, não leia esse documento, se não lhe for pedido para fazê-lo. Que proteção isso me daria?”, pergunta o advogado Robert Ambrogi, que escreve sobre segurança no blog LawSites.

(leia a notícia completa: http://www.conjur.com.br/2014-jun-08/eua-apenas-22-advogados-protegem-mails-criptografia)

 

Neste quesito, o que anda circulando nos emails do escritório ou empresa?

Você acompanha, sabe ou monitora?

Sabe se não há informações realmente confidenciais sendo enviadas para fora da corporação?

Não controlar é quase como deixar o número do cartão de crédito no email, qualquer um pega, qualquer um usa.

O mesmo vale para sistemas jurídicos: Você troca a senha com regularidade? Usa senhas complexas?

Uma senha de 8 dígitos tipo:

12345678

87654321

00000000

Ou outras deste tipo não demonstram segurança alguma.

Ou pior: Cria uma senha complexa e boa, mas cola num papel no monitor ou anota na agenda…

Ou ainda, diz que tudo é seguro, usa até certificação digital, mas qualquer arigó da empresa sabe a senha…

Mais do que email, tecnologia, criptografia, senhas e sistemas: Segurança é inteligência.

#Usecomsabedoria

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jul 032014
 

“Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”, texto Bíblico do Apocalipse, Capítulo III, Versículo 16. “Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”.

Uma verdade existencial.

Seja A ou B, seja bom ou mal, seja algo, pelo amor de Deus, seja!

Quantas pessoas em cima do muro, pessoas preocupadas com salários e horário ao invés de resultados, pessoas que não fazem parte dos 5%.

Como assim 5%?

Diz a sabedoria popular que apenas 5% das pessoas aprendem efetivamente, 5% se dão bem na vida, 5% tem seus objetivos recompensados.

Obviamente estes 5% são pessoas que estudaram, cresceram e batalharam diferente dos restantes 95%, certo?

As vezes não é somente isto que faz a diferença, mas o fato de não ser morno faz a diferença.

Como assim?

 

Pessoas que preferem espalhar boatos nos corredores ao invés de ideias a seus superiores são mornas.

Pessoas que preferem ir pra casa as 18h em ponto, com suas mesas cheias de trabalho, são mornas.

Pessoas que escolhem reclamar ao invés de batalhar pelo seu espaço, se fazendo de coitadas, são mornas.

E pior: Escolhem ser mornas.

Escolhem a pseudo facilidade de não tomar decisões, de fugir de compromissos, de estar presente em conexões com clientes, enfim, querem viver uma vida mais ou menos, mas reclamam como se fossem exponenciais quentes ou frios.

Quem é quente ou frio define a sua existência com clareza.

Quer escolher “A”? Então, não é B, nem C, nem o resto alfabeto. É “A” e pronto.

Pessoas que definem suas escolhas sofrem as conseqüências, mas igualmente recebem seu sucesso.

Pessoas mornas apenas esperam o resultado e o mesmo não tem sabor, pois é o vômito daqueles que fizeram a escolha por elas.

Quer comida ou vômito?

#Aescolhaésua

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jul 022014
 

Quando o assunto é morte, logo vislumbramos um anjo de asas grandes e aspecto sombrio…

Todavia, esquecemos que a morte é que traz a vida, somente através da morte podemos renascer, viver para a vida eterna, virar purpurina, dependendo da crença do vivente.

Paulo Angelim nos brinda com uma bela reflexão sobre o tema:

 

“Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e nós precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta!

 

A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira entre o passado e o futuro. Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente não fazendo nada. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento então mate dentro de você o jovem inseguro ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém. Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos inacabados, híbridos, adultos “infantilizados”. Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar pensamentos infantis, para passarmos a pensar como adultos. Quer ser alguém: líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga, esposo, esposa, namorado/namorada, melhor e mais evoluído? Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?”

 

Então, digo eu: Morra hoje.

Morrer para viver, seja a vida eterna, seja para uma nova vida, seja para estar na companhia divina.

Morrer em crenças ultrapassadas, preconceitos, pessoas e bens que não servem mais nesta vida.

Morrer para a desordem, bagunça, perda de processos que insistem em atrapalhar a sua carreira.
(Gustavo Rocha)

Morra hoje para tudo isto e mais o que atrapalhar o seu caminho.

E nasça de forma definitiva naquilo que você acredita, naquilo que fará você ser a verdadeira experiência divina.

Independente da crença você é resultado de suas escolhas, saiba disto.

E morrer ou viver é uma delas neste caminho terreno.

Quer sucesso profissional, liderança, melhor condição de vida?

Morra para o desânimo e trabalhe nesta vida.

Quer mais gestão, organização e tecnologia?

Invista em você, seu negócio e desenvolva uma linda carreira, sem preconceito ou mesquinharia.

Enfim,

Morra hoje. E hoje mesmo, viva!

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jun 302014
 

Vamos analisar um belo texto de Mário Sérgio Cortella:

quem“Quando se pensa e se faz o trabalho como obra poética em vez de sofrimento contumaz, sempre vem à mente a questão do “trabalho digno”, isto é, aqueles ou aquelas que se consideram superiores como seres humanos apenas porque têm um emprego socialmente mais valorizado.

         Aliás, é sempre nesses casos que entra em cena o famoso “sabe com quem você está falando?”

Hoje, em física quântica, não se fala mais um universo, mas em multiverso. A suposição de que exista um único universo não tem mais lugar na Física. A ciência fala em multiverso e que estamos em um dos universos possíveis. Este tem provavelmente o formato cilíndrico, em função da curvatura do espaço, portanto, ele é finito e tem porta de saída, que são os buracos negros, por onde ele vai minando e se esvaziando. Até 2002, era quase certo que o nosso universo fosse cilíndrico, hoje já há alguma suspeita de que talvez não. Mas a teoria ainda não foi derrubada em sua totalidade. Supõe-se que este universo possível em que estamos apareceu há 15 bilhões de anos. Alguns falam em 13 bilhões de anos, outros em 18, mas a hipótese menos implausível no momento é que estamos num universo que apareceu há 15 bilhões de anos, resultante de uma grande explosão, que o cientista inglês Fred Hoyle apelidou de gozação de big-bang, e esse nome pegou.

Qual é a lógica? Há 15 bilhões de anos, é como se se pegasse uma mola e fosse apertanto, apertando, apertando até o limite, e se amarrasse com uma cordinha. Imagine o que tem ali de matéria concentrada e energia retida! Supostamente, nesse período, todo o nosso universo estava num único ponto adensado, como uma mola apertada e, então, alguém alguma força – Deus, não sei, aqui a discussão é de outra natureza – cortou a cordinha. E aí, essa mola, o nosso universo, está em expansão até hoje. E haverá um momento em que ele chegará ao máximo da elasticidade e irá encolher outra vez. A ciência já calculou que o encolhimento acontecerá em 12 bilhões de anos. Fique tranquilo, até lá você já estará aposentado pelas novas regras.

Você pode cogitar algo que a Física tem como teoria: ele vai encolher e se expandir outra vez. Talvez haja uma lei do universo em que o movimento da vida é expansão e encolhimento. Como é o nosso pulmão, como bate o nosso coração, com sístole diástole. Como é movimento do nosso sexo, que expande e encolhe, seja o masculino seja o feminino. Parece que existe uma lógica nisso, que os orientais, especialmente os chineses e os indianos, capturaram em suas religiões, aquela coisa do inspirar e expirar. Parece haver uma lógica nisso, a ciência tem isso como hipótese.

Assim, há 15 bilhões de anos, houve uma grande explosão atômica, que gerou uma aceleração inacreditável de matéria e liberação de energia. Essa matéria se agregou formando o que nós, humanos, chamamos de estrelas e elas se juntaram, formando o que chamamos de galáxias. A ciência calcula que existam um nosso universo aproximadamente 200 bilhões de galáxias. Uma delas é a nossa, a Via Láctea. Aliás, nem é uma galáxia tão grande; calcula-se que ela tenha cerca de 100 bilhões de estrelas. Portanto, estamos em uma galáxia, que é uma entre 200 bilhões de galáxias, num dos universos possíveis e que vai desaparecer.

 

Nessa nossa galáxia, repleta de estrelas, uma delas é o que agora chamam de estrela-anã, o Sol. Em volta dessa estrelinha giram algumas massas planetárias sem luz própria, nove ao todo, talvez oito. A terceira delas, a partir do Sol, é a Terra. O que é a Terra?

A Terra é um planetinha que gira em trono de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer. Veja como nós somos importantes…

Aliás, veja como nós temos razão de nos termos considerados na história o centro do universo. Tem gente que é tão humilde que acha que Deus fez tudo isso só para nós existirmos aqui. Isso é que é um Deus que entenda da relação custo-benefício. Tem indivíduo que acha coisa pior, que Deus fez tudo isso só para esta pessoa existir. Com o dinheiro que carrega, com a cor de pele que tem, com a escola que frequentou, com o sotaque que usa, com a religião que pratica.

Nesse lugarzinho tem uma coisa chamada vida. A ciência calcula que em nosso planeta haja mais de trinta milhões de espécies de vida, mas até agora só classificou por volta de três milhões de espécies. Uma delas é a nossa: homo sapiens. Que é uma entre três milhões de espécies já classificadas, que vive num planetinha que gira em trono de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer?

Essa espécie tem, em 2007, aproximadamente 6,4 bilhões de indivíduos. Um deles é você.

Você é um entre 6,4 bilhões de indivíduos, pertencente a uma única espécie, entre outras 3 milhões de espécies classificadas, que vive num planetinha, que gira em trono de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer.

É por isso que todas às vezes na vida que alguém me pergunta: “Você sabe com quem está falando”, eu respondo: “Você tem tempo?”

(*) Capítulo extraído do Livro: “Qual é a tua obra?” de Mario Sérgio Cortella

 

E fica uma pergunta: Por que tantas pessoas se “acham” superiores no universo de negócios e corporativo?

Pensam que conhecimento é superioridade.

Pensam que dinheiro é superioridade.

Pensam que contatos/relacionamentos/networking é superioridade.

Esquecem que somos todos pó e ao pó voltaremos.

Esquecem que somos todos seres humanos com possibilidades de crescimento e mais, com visões diferentes e habilidades diferentes.

Esquecem que por mais que possamos ter pessoas que facilitem a abertura de portas para nós, somente haverá o crescimento através do nosso caminho, pois depois dos primeiros 10 minutos, não há beleza, nem indicação, nem dinheiro que demonstre algo diferente daquilo que você é.

Quer crescer? Quer sucesso?

Prepare-se. Estude. Sobretudo, pense.

A vida dá mais retorno para aqueles que conseguem compreende-la e vive-la de forma plena, pensada, racional e, obviamente, aproveita a vida também com seus sentimentos.

É neste paradoxo de sim e não, razão e paixão, visão e verdade que reside o verdadeiro caminho a ser vivido.

#Ficaadica

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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jun 272014
 

Muito se fala em processo eletrônico, alguns amam, outros odeiam.

Se diz que piorou a advocacia, para outros foi uma solução divina e todos concordam em sua sina: Não há como voltar atrás, não há como fugir desta nova rotina.

Alguns pensam que o processo é ruim por que é eletrônico, afinal no papel este profissional fez a sua vida.

Para outros, o eletrônico é bem-vindo e o papel já vai tarde, terminar a sua senda.

E novamente todos esquecem da realidade batida: O eletrônico é apenas o meio de se comunicar com o judiciário e não a própria advocacia.

Mudaram os meios e não os fins.

Mudaram os meios e não o escopo.

Mudaram os meios e não a vida.

Mudaram os meios, ora bolas, chega de reabrir esta ferida.

Vamos buscar treinamentos, conhecimento e aprender mais e mais das novidades da nossa profissão.

Somente fica parado no tempo aquele que já desistiu da ação.

Vamos criticar e dizer das mazelas do processo eletrônico, por que não?

Agora, apenas maldizer por maldizer, isto não cabe não.

Se ele a ti prejudica, com a OAB deve se comunicar, pois quem não se comunica, se trumbica.

E a OAB é uma entidade e não uma advinha. Vejo pela nossa comissão da OABRS de processo eletrônico esta verdade: Muita das reclamações recebidas já viraram mudança aos advogados, barbaridade.

É óbvio, ululante, diáfano e cristalino que há muito a melhorar, que existe ainda um longo caminho a se aprimorar. E não será amaldiçoando ou reclamando pelos cantos ou ainda apenas xingando que as coisas vão mudar.

Cada um deve fazer o seu papel e tentar se aprimorar, tendo a OAB como apoio, é verdade para a coisa mudar.

E quer crescer mais e mais nesta nova verdade da advocacia?

Aprenda que é através da gestão e da tecnologia que passa o mercado jurídico.

Aprenda que gestão existe primeiro, tecnologia em segundo e em zero, antes de tudo, são pessoas, treinamentos e conhecimento, sobretudo.

E nesta salada de frutas, estamos apenas com alguns ingredientes, pois sistemas, padronização e acessórios como certificação digital, java, firefox entre outros são necessários, para que o caldo seja doce e não amargo.

Ufa! Tanta informação e tanto a se fazer, o que realmente devo fazer?

Aceitar que é na mudança que está a mola mestra da vida e que sem feridas não existe a cura e a verdade da nossa existência. Somos resultados de quedas, feridas e muito aprendizado. E o processo eletrônico não é diferente: Somente cresceremos com ele após cicatrizarmos.

#Ficaareflexão

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jun 262014
 

Pessoas, o bem maior de qualquer organização.

Pessoas, para alguns, o mal necessário de qualquer organização.

Pessoas, seres com sentimentos, razão e objetivos, todos juntos e misturados num mesmo ambiente, num mesmo convívio.

Imagine juntar diversas pessoas diferentes, com criações diferentes, com valores diferentes, com verdades diferentes, com sentimentos diferentes e teoricamente – e bem teoricamente – com objetivos comuns e querer que desta salada de frutas saia um caldo doce.

Parece impossível, não é mesmo?

No mínimo difícil, com certeza.

Gerir pessoas não é fácil.

E lidar com pessoas sem preparo emocional é pior ainda.

Se fala muito em gerações de pessoas pelo ano de seu nascimento e se esquece de comentar que este tipo de padronização somente pode existir pela experiência e forma de ver o mundo similar que tiveram.

Quem nasceu na guerra, valoriza a terra.

Quem nasceu na abertura da ditadura, fala muito em liberdade.

Quem nasceu numa estabilidade econômica, gasta sem muito se preocupar em guardar.

Quem nasceu com internet no ar, não imagina a vida sem nela se plugar.

Obviamente a regra possui exceções, mas são as exceções que confirmam a regra.

E para você gestor, sócio ou diretor: Como é gerir pessoas sem se indispor?

Com convicção de respeitar diferenças, incluir objetivos e compreender necessidades diferentes, não é mesmo?

Um verdadeiro namoro para tentar um casamento.

O trabalho imita a vida.

O trabalho enobrece a vida.

O trabalho é resultado das suas verdades em vida.

E, pessoas, são o céu e o inferno das relações humanas, puxa vida.

#Nãoémesmo?

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jun 252014
 

Todos pensam em contratar um software jurídico.

Todos querem os benefícios de automatizar, sistematizar o escritório.

Todos dizem seguir a risca as funcionalidades do sistema.

Todos afirmam que usam o sistema.

Todos dizem que seu sistema é fraco e precisa ser trocado.

A realidade é que muitas vezes se implanta um sistema apenas por implantar.

Que se quer o benefícios do sistema sem em gestão pensar.

Se quer tudo funcionando sem treinamento adequado.

Se quer todos os benefícios sem sequer saber as funcionalidades existentes.

Software é apenas um meio e não uma finalidade.

Software serve e é útil se todos comprarem a sua verdade.

Software realmente funciona quando é planejado, gerido e pensado para a sua realidade.

Quer um software jurídico funcional?

E qual o software juridico ideal?

Para ser funcional e tornar-se ideial, devemos ter algumas premissas elementares:

Pense na gestão sua e da equipe primeiro, conheça o sistema por segundo e veja se a gestão sua e as funcionalidades do sistema podem se encaixar… A chance de ser o software certo começa a ventar.

Planeje a implantação, conheça sua equipe e funções, saiba como funcionará o sistema através da sua gestão e não da suposta gestão que o sistema traz.

Afinal, computadores somente executam o que a inteligência humana diz para ser feito.

Sem inteligência humana, máquinas são burras, inoperantes.

Se reclama da máquina, sistema ou tecnologia, pense bem: Pode ser a sua parte que não foi feita, neném.

#Ficaadica

#SoftwareJurídico

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